Valle o quê?

Eu, Isis Valle, sou mestre em Industries Créatives: Web, Média e Arts pela Université Paris 8 – Saint Denis, na França. Dá para resumir esse título em uma só palavra: multimídia. Tenho um Mestrado 1, que é considerado uma especialização no Brasil, em Communication numérique, conduite de projets et veille stratégique e uma Licence, que corresponde à graduação brasileira, em Communication, Informatique et Multimédia pela mesma universidade.

Minha formação original é em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB). Interrompi o curso, iniciado em 2003, para ir estudar na França e estou concluindo a graduação brasileira só agora em 2013. Já trabalhei para o Jornal Tribuna do Brasil e na Câmara Legislativa de Brasília, para a Agência de Eletricidade Francesa (Éléctricité de France) e a Agencia Web Nurun em Paris.

No mestrado em Indútrias Criativas na França  e para o projeto de final em Jornalismo no Brasil estudei a inclusão digital indígena no Brasil. Descobri na internet o site da Escola Indígena Baniwa Coripaco Pamaali. Uma escola feita pelo índios, para os índios, com conexão internet no meio da floresta amazônica! Eles tem uma antena do programa Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), do Ministério das Comunicações, para captar o sinal e um painel solar para alimentar os computadores.

A escola Pamaali fica no município de São Gabriel da Cachoeira – AM, na região do Alto Rio Negro, também conhecida como Cabeça de Cachorro, bem na fronteira com a Venezuela e a Colômbia. Eu fiquei um mês na escola, em maio de 2011, para descobrir como os alunos e professores utilizam a internet.

O blog foi criado apenas para manter informados os meus familiares e amigos brasileiros. Para ser um vale Isis enquanto eu estava longe. Porém, os meus amigos franceses se sentiram preteridos e eu comecei a escrever alguns posts para eles. Depois, o inglês também acabou entrando, quando é uma informação que eu preciso que meus pais e meu orientador entendessem. Mas a escolha da língua de cada post pode ser bem mais aleatória do que isso.

“For me the pleasure of writing have throughout sustained an absorbing tension between the essentialism entailed in giving shape to ideas and impressions, and the taunting vertigo of skeptical doubt without end.” Michael Herzfelds

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11 respostas para Valle o quê?

  1. diana disse:

    Então, sou obrigada a escrever em português?
    gata, o que significa Cabeça do Cachorro?

  2. isisvalle disse:

    haha! Pode escrever na lingua que quiser, poliglotas que nos somos!!!
    Eu explico o lance da Cabeça do Cachorro no primeiro post. A região pra onde eu vou é chamada de Cabeça de Cachorro por causa do seu formato no mapa, olha la!

  3. Karina Arantes disse:

    xuxu, eu trabalho com redação oficial e a única coisa que gravei da nova ortografia é que não tem mais trema! o resto, ta praticamente a mesma coisa, a gente vai pegando no dia a dia (mas, juro, só isso que eu lembro!!!)…

    no mais, não vi nada de diferente na sua escrita pelo fato de seus recursos serem franceses…

    vamo que vamo!!! uhuuu… cabeça de cachorro te aguarda!!!

  4. Edu Élleres disse:

    Amei muito a idéia do blog pra manter o namorado informado sobre como tudo caminha por aí, meu amor! Adoraria estar aí com você, por enquanto, acompanho a aventura daqui do planalto. Muitas saudades, força, meu anjinho lindo!!

  5. Eldrey disse:

    Muito legal esta sua aventura! Boa sorte e bons estudos.

  6. benjamimray disse:

    Seja bem-vinda!!!

    Ray

  7. Thais Lima disse:

    Prima, dei uma lida nas suas postagens e achei interessantíssimo sua experiência na Amazônia.
    Assim que eu entrar de férias e que você acabar sua monografia, ou seja , em Julho.. Marcamos um encontro de primas e quero saber tudinho como foi essa estada. Parabéns e sucesso.

    Beijos
    Thaís Lima.

  8. Amanda disse:

    Oi Isis! Tudo bem? Adorei conhecer seu blog. Cheguei aqui por indicação de uma amiga feminista, a Maysa. Gostaria da sua ajuda para fazer um post sobre as mães indígenas – sei que não dá pra generalizar a categoria “índio”, menos ainda “mãe indígena” (devem ser muitas mães, em muitas culturas diferentes…). Enfim, queria sua ajuda. Qual é o seu e-mail? Abraços, Amanda

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