The ethnical digital divide: internet access among indigenous peoples in Brazil

 

This paper is the first version of the one I previously posted this week, Challenges Faced in Overcoming Indigenous Digital Divide in Brazil. It is as presented at IAMCR Conference 2013: Crises, “Creative Destruction” and the Global Power and Communication Orders, Dublin, Ireland, 25-29 June 2013.

On the conference program you’ll find it under the name “La fracture numérique ethnique : l’accès internet parmi les groupes indigènes au Brésil” because I was first going to present it in French and then I changed my mind when I noticed almost everyone was going to be presenting in English.

Back in Brazil from IAMCR Conference, Spanish magazine Commons editor got in touch with me through LinkedIn. After the submission and revision process the article had a deeper perspective on the subject, relying on Spanish and other European digital divide authors I didn’t know before. That’s why I decided to publish it in Commons magazine with an entirely new name.

The ethnical digital divide – internet access among indigenous peoples in Brazil

Abstract

This paper’s objective is to identify the level of digital inclusion made possible by brazilian digital divide program Electronic Government Citizen Attention Service (Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão – Gesac) on indigenous lands. We are guided by Brazilian sociologist Bernardo Sorj’s five level digital inclusion system: 1) the existence of physical transmission infrastructure, 2) the availability of equipment/connection, 3) training in the use of computing tools and the internet, 4) the intellectual ability and social integration, and 5) the production and use of specific content.

Our hypothesis is that the programs do not consider the follow through of internet access points after their implementation, as they do not provide for updates and repair or replacement of damaged or outdated equipment. Thus, the access points are easily and often subject to technical problems that result in underuse or even obsolescence. To test this hypothesis, we performed the observation of the internet access point in the indigenous school Pamáali, of baniwa and coripaco ethnicities, located in the northwestern area of the Brazilian Amazon. We also discussed and conducted interviews with actors involved in the implementation of digital inclusion programs aimed at indigenous peoples: ministries and Indian National Foundation (FUNAI) officials, representatives of the third sector and indigenous themselves.

Our main argument is that as long as Brazilian government’s digital inclusion actions aimed at indigenous peoples are not created and implemented as part of a broader indigenous policy and do not take into consideration the specificities of these groups, these iniciatives will be limited to providing internet connection and donating equipment that shall either remain underused or will rapidly deteriorate.

Keywords: Indigenous Digital Divide. Digital Divide. Gesac. Indigenous Movements. NICT.

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Challenges Faced in Overcoming Indigenous Digital Divide in Brazil

 

My first academic article to be published is available on Commons – Revista de Comunicación y Ciudadanía Digital Magazine website! Challenges Faced in Overcoming Indigenous Digital Divide in Brazil is on Commons volume 2 issue 2.

Comúnicacion

Comúnicacion

I was very pleased to receive a request from Commons editor via LinkedIn (!) to submit the paper. He heard about it because I had presented it’s first version on International Association for Media and Communication Research (IAMCR) Conference in Dublin on June 2013. This first version was named The ethnical digital divide: internet access among indigenous peoples in Brazil and it’s available on IAMCR website for members only.

On the conference program you’ll find it under the name La fracture numérique ethnique : l’accès internet parmi les groupes indigènes au Brésil because I was first going to present it in French, since this is a research I began during my masters in Paris, France.

This is the first article in English to be published in Commons Magazine. I’m so proud! Here is what it is about:

Challenges Faced in Overcoming Indigenous Digital Divide in Brazil 

Abstract

This paper’s objective is to identify the level of digital inclusion made possible by Brazilian digital divide program Electronic Government – Citizen Attention Service (Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão – Gesac) on indigenous lands. We are guided by Brazilian sociologist Bernardo Sorj’s five level digital inclusion system: 1) the existence of physical transmission infrastructure, 2) the availability of equipment/connection, 3) training in the use of computing tools and the internet, 4) the intellectual ability and social integration, and 5) the production and use of specific content.

Our hypothesis is that, despite an official discourse aligned with the discussions on the knowledge societies, in practice, Gesac is still operated by a technological determinism. To test this hypothesis, we performed the observation of the internet access point in the indigenous school Pamáali, of Baniwa and Coripaco ethnicities, located in the northwestern area of the Brazilian Amazon. We also discussed and conducted interviews with actors involved in the implementation of digital inclusion programs aimed at indigenous peoples: ministries and Indian National Foundation (FUNAI) officials, representatives of the third sector and indigenous themselves.

The challenges we identify lead to the conclusion that indigenous digital divide is just one of the several divides to which indigenous groups are subjected since colonial times, being one more consequence of these divides at the same time that it also accentuates them. As long as Brazilian government’s digital inclusion actions aimed at indigenous peoples are not created and implemented as part of a broader indigenous policy and do not take into consideration the specificities of these groups, these initiatives will be limited to providing internet connection and donating equipment that shall either remain underused or will rapidly deteriorate.

Keywords: Indigenous Digital Divide. Digital Divide. Gesac. Indigenous Movements. ICT.

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Para entender a Cabeça do Cachorro – Artigo da Carta Capital

Já escrevi várias vezes e várias coisas sobre a região do Alto Rio Negro, mas cada vez que vou escrever algo, faço uma nova pesquisinha para ver se não tem algo que eu não vi antes. E é claro, sempre tem! Tem aquelas coisas que eu não vi mesmo, tem também aquelas que a gente já passou o olho, mas não deu importância sabe-se lá porque e agora olha de novo e acha muito legal.

Estou escrevendo a introdução para um artigo sobre o uso da internet pelos movimentos indígenas do Alto Rio Negro e lá fui eu dar uma googlada em “Cabeça do Cachorro”. Achei um artigo muito legal do Bruno Huberman e da Patricia Blumberg na Carta Capital, datado de agosto de 2010. Ele é de depois de quando eu fui para São Gabriel da Cachoeira,  em março desse mesmo ano, portanto ele ainda não tinha sido escrito quando eu fazia as minhas pesquisas pré-viagem sobre a região.

O texto faz um bom panorama sobre o que é a tal Cabeça do Cachorro e por isso achei interessante dividir com vocês aqui.

Para entender a Cabeça do Cachorro

No extremo noroeste do País, o município de São Gabriel da Cachoeira zela pela vegetação praticamente intocada ao mesmo tempo que os povos indígenas lutam contra as mudanças de cultura e comportamento

A Cabeça do Cachorro, região cujo nome é dado exatamente pelo seu contorno no mapa brasileiro, ocupa 200 mil quilômetros quadrados, área maior do que muitos países europeus. Faz parte do município de São Gabriel da Cachoeira, o terceiro maior do País em extensão territorial. Constituída à margem esquerda do Rio Negro, está a 1.146 quilômetros de Manaus por via fluvial, distância maior do que São Paulo a Porto Alegre. Dá um trabalho danado chegar no lugar: apenas de barco, que custa três dias de paciência, e de avião, que custa os olhos da cara.

A região do Alto e Médio Rio Negro é habitada há pelo menos 3 mil anos por um conjunto diversificado de povos indígenas, que falavam idiomas pertencentes a quatro famílias linguísticas distintas: aruak, maku, tukano e yanomami. Para se ter uma ideia, hoje, a cidade de São Gabriel da Cachoeira ainda é composta basicamente por índios. 90% da população tem origem indígena, pertencentes a uma das 23 etnias da região. Número considerável para uma imensa diversidade de idiomas e tradições culturais, tão complexas quanto à grande floresta que os cerca.

O observador desavisado, que do avião olha para baixo, tem a impressão de um deserto pintado de verde, inóspito, onde habitam apenas verdadeiras cobras negras, vivas, pulsantes águas do Rio Negro. Ledo engano; embora a densidade populacional seja de 0,25 habitantes por quilômetro quadrado, nas margens dos rios existem cerca de 720 povoados; desde agrupamentos de duas ou três famílias a comunidades com mais de trezentos moradores.

O Rio Negro, que drena a área pelo seu curso Alto e Médio, é considerado o maior afluente do Rio Amazonas e forma a maior bacia de água preta do mundo. Suas águas escuras se encontram como óleo e água, com a cor barrenta do Amazonas, formando uma das mais belas paisagens fluviais do Brasil.

A baixa concentração de peixes e de animais de caça – devido à acidez da água negra e a precariedade do solo – criam limites rígidos para o tamanho das comunidades ribeirinhas. Cada família realiza todas as tarefas necessárias à subsistência. A parte mais dura cabe às mulheres, encarregadas de cuidar das roças, trazer madeira para o fogo, buscar água nos rios e igarapés, preparar farinha, cuidar dos filhos, cozinhar e lavar, entre outros afazeres. Os homens ajudam na roça, assim como os filhos, e caçam também.

Não é fácil a vida de quem é obrigado a sobreviver da caça e pesca em locais em que os peixes rareiam nas cheias e os animais de caça estão cada vez mais arredios. A agricultura não é menos trabalhosa, numa terra infértil que, além de mandioca e de meia dúzia de frutas, nada produz. Uma natureza, na certa, cheia de caprichos: uma floresta exuberante e um solo ingrato para agricultura.

As distâncias descomunais e as dificuldades de navegabilidade encarecem o custo de vida (dica: se você pretende ir para lá, economize antes de se jogar). É muito mais barato fazer compras no Rio de Janeiro do que na Cabeça do Cachorro. Isso sem falar dos índios que tentam a vida na cidade. Quando vários indígenas ocupam postos de trabalho remunerado, ou se fazem pequenos comerciantes, suas relações com grandes comerciantes de São Gabriel da Cachoeira são nitidamente caracterizadas pela patronagem.

Essas são algumas das muitas características em comum entre as 23 etnias que vivem no Alto Rio Negro. Cada uma se diferencia de todas as outras, ainda que apenas em pequenos detalhes. Mas no que diz respeito aos mitos, à arquitetura tradicional e cultura material, esse contexto de diversidade ainda converge.

Os povos que habitam as margens dos rios se organizam em “comunidades”, nome dado há décadas pelos missionários. Há cerca de três gerações os índios não vivem mais em malocas, presente hoje apenas na memória e em poucos povoados.

A comunidade compõe-se, geralmente, de um conjunto de casas com paredes de casca de árvore, pau-a-pique ou tábuas e cobertura de palha ou zinco, construído em um pátio aberto, uma capela (católica ou, como na maioria das vezes, protestante), uma escolinha e, eventualmente, posto de saúde. Cada comunidade possui um capitão, não mais pajé, sempre um homem, que tem o papel de reunir o grupo. É um verdadeiro relações-públicas da aldeia. Não se trata de um chefe ou comandante todo poderoso que dá ordens e aplica punições. Na maioria dos casos ele apenas orienta.

Por razões ecológicas, sociológicas e simbólicas, vigoram na área especializações artesanais (produção especializada de certos artefatos por diferentes etnias) que define uma rede de troca. Os tukanos são conhecidos por seus bancos de madeira, os desana e baniwa por seus balaios, os kubeo pelas suas máscaras funerárias, os maku pelas flautas de pã. Esses artigos carregam símbolos e contém, nas entrelinhas, uma história de sobrevivência em meio aos avanços da sociedade capitalista.

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Présentation: Le télécentre Gesac à l’Ecole Indigène Baniwa Coripaco Pamáali

Hier j’ai publié la présentation que j’ai utilisée pour la soutenance de mon mémoire à l’Université de Brasília, sur l’inclusion digitale indigène au Brésil. Je me suis rendue compte que je n’ai jamais publié celle que j’ai utilisé pour la soutenance de mon mémoire à l’Université Paris 8, sur l’inclusion digitale à l’école indigène Pamáali, des ethnies baniwa e coripaco, située à l’Amazonie brésilienne, à la frontière avec la Colombie et le Venezuela. Alors la voilà !

Il y a de plus en plus d’amis français que regardent le blog et ça fait un moment que je n’écris pas en français, donc ce billet est pour vous ! Je sais que j’ai un parcours assez atypique, donc je vous explique :

Ce que vous trouvez là c’est la présentation utilisée pour la soutenance de mémoire de master 2 à Paris. Celle que j’ai publiée hier, en portugais, a été utilisée pour ma soutenance de licence à UnB. Oui, c’est bien ça, j’ai eu mon master en 2011 et ma licence en 2013. J’ai bien une autre licence, que j’ai eue aussi à Paris 8 en 2008. Néanmoins, quand je suis parti en France, en 2006, je n’avais pas encore fini ma licence au Brésil et comme c’est assez compliqué de faire valider des diplômes étrangers par ici, j’ai repris la fac à Brasília pour avoir mon diplôme brésilien.

 

Voilà la présentation :

 

Présentation utilisée en novembre 2011 pour la soutenance de mémoire de Master 2 dans la spécialité « Industries créatives : médias, web, arts », UFR Culture et Communication, Université Paris 8 – Vincennes Saint Denis.

Merci de remarquer que les donnés sur la population indigène au Brésil correspondent à l’année 2000, car les résultats complets du recensement 2010 n’ont été publiés qu’à l’année suivante à cette présentation, en 2012.

Selon le recensement 2010 de l’Institut Institut brésilien de géographie et statistique (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica – IBGE), 817 963 personnes se déclarent indigènes au Brésil, ce qui correspond à moins de 0,44% de la population totale du pays (190 732 694 personnes). Parmi eux, 433 363 habitent dans l’Amazonie, presque 53% du total. São Gabriel da Cachoeira-AM est la province avec la plus expressive population indigène au Brésil : 29 017 des 37 896 habitants de la province, soit plus de 76%, se sont déclarés indigènes.

 

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Apresentação Inclusão Digital Indígena

Desde dezembro escrevendo loucamente, semana passada eu entreguei a minha monografia e nessa terça-feira fiz a minha defesa na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília – UnB. Parece que finalmente terei o meu diploma brasileiro, de jornalismo.

Participaram da minha banca:

  • O meu orientador, professor doutor Fernando Oliveira Paulino, que é pesquisador do Laboratório de Políticas de Comunicação (LaPCom) e coordenador do Programa Comunicação Comunitária, entre outros.
  • A professora Juliana Soares Mendes, mestra em Ciências Sociais pelo Centro de Pesquisa e Pós Graduação Sobre as Américas (CEPPAC) da UnB, é pesquisadora do Projeto de Extensão de Ação Contínua Comunicação Comunitária – FAC/UnB. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação Comunitária, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação comunitária, direito à comunicação, juventude e acesso a informações públicas.
  • O professor Leyberson Lelis Chaves Pedrosa, mestre em Comunicação e Sociedade pela linha Imagem e Som da Faculdade de Comunicação Social da UnB. Foi pesquisador da Rede de Extensão para Inclusão Digital – REID e atualmente é pesquisador dos Programas de Extensão Comunicação Comunitária (DEX/UnB). Áreas de atuação com experiência: tecnologias de comunicação, imagem e som, comunicação comunitária e livre, streaming, rádio web, inclusão digital e produção de vídeos com celulares por jovens.

A professora Juliana e o professor Leyberson foram meus colegas, entraram juntos comigo na Faculdade de Comunicação da UnB lá em 2003. Eu e professor Leyberson fizemos jornalismo e a professora Juliana Publicidade e Propaganda. Depois que se formou na UnB, a professora Juliana também fez jornalismo no IESB. Foi muito interessante tê-los na minha banca, os dois trouxeram contribuições muito preciosas que eu certamente vou usar na versão final que eu ainda tenho que entregar para a UnB.

O professor Leyberson, por já ter trabalhado com o programa de inclusão digital Casa Brasil, trouxe bastante observações no âmbito prático dos programas de inclusão digital. A professora Juliana, muito estudiosa e organizada, várias dicas valiosas quanto à abordagem de pesquisa.

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Mensagens para o interior da Amazônia pela Rádio Municipal ou Nacional

Vocês sabiam que até hoje na Amazônia as pessoas mandam mensagens umas para as outras pela rádio? E não são aqueles recadinhos de amor que a gente escuta na 105 FM aqui em Brasília não. São informações sobre coisas práticas do dia a dia que não é possível enviar de outra forma a moradores de áreas rurais, ribeirinhas, indígenas e fronteiriças. Afinal, nessas localidades dificilmente tem serviço de telefonia.

Até os anos 1990, a população do interior da Amazônia, indígenas especialmente, não tem praticamente nenhum acesso às tecnologias de comunicação. Mensagens orais e escritas são enviadas por viajantes, prática comum até os dias atuais, visto que nem mesmo os Correios atendem a maioria das comunidades indígenas da região. Para impedir a “invasão de emissoras estrangeiras”, o governo brasileiro cria em 1977 a Rádio Nacional na Amazônia. A emissora transmite em ondas curtas, cobrindo mais da metade do território nacional: toda a região norte, além de Maranhão, Piauí, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás e outros estados.

Com o advento dos radinhos a pilha, que não precisam estar ligados à rede elétrica para funcionar, a Radio Nacional transforma-se num canal de comunicação popular pelo qual são transmitidas mensagens pessoais daqueles que se encontram nos centros urbanos (por aí morarem ou estarem de passagem) àqueles que se encontram no interior. Hoje, essa função também é exercida pelas rádios municipais.

Na minha visita ao Município de São Gabriel da Cachoeira, em 2011, eu participei do programa Boa Noite Rio Negro, que vai ao ar todas as noites de segunda à sexta-feira pela Rádio Municipal. Nesse programa, tem um quadro chamado Mensageiro para o Interior, dedicado a enviar os recados da população. Olhem as mensagens enviadas no dia 2 de junho de 2011, para vocês entenderem o que são esses recados:

 

  • “Atenção, atenção, assessor pedagógico, professor Carlos do Santos Vieira avisa para os professores do Magistérios Indígenas para virem nos seus próprios canoas. E fala ainda que os senhores cheguem o mais rápido possível. Sem mais nada. Envia abraços.”
  • “Atenção, atenção, os coordenadores da escola municipal indígena! O (?) do Médio Rio Negro avisa todos os professores que estão cursando o (?) que o mesmo não deverão mais descer por motivo que a data do início das aulas foi adiada pra o dia 1o de julho de 2011, dentre o mesmo… é… as aulas no dia 28 de junho de 2011. Só ratificando aqui, que os mesmo encerrem as aulas no dia 28 de junho de 2011.”
  • “Atenção, atenção, a coordenadora da escola municipal indígena Watura do Médio Rio Negro avisa todos os professores que estão cursando o (?) que o mesmo não deverão mais descer por motivo que a data do início das aulas foi adiada para o dia 1o de julho de 2011. Pede que os mesmos encerrem as aulas no dia 28 de junho de 2011.”
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Entrevista com assessora do Sipam sobre telecentros na Amazônia

Sexta-feira passada (25/1/13), eu estive na sede do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) em Brasília para conversar sobre inclusão digital na Amazônia com Danielle Pereira da Costa, assessora do Centro Gestor e Operacional do Sistema.

O Sipam foi contemplado em um edital do Ministério do Planejamento para levar o programa Telecentros.br para os 43 municípios da Operação Arco Verde Terra Legal. Estes municípios são os campeões nacionais de desmatamento, sendo responsáveis, juntos, por  53% do desmatamento da Amazônia (dado de 2010, do Ministério do Meio Ambiente).

Serão montados 137 telecentros conectados à internet via satélite com antenas Gesac, do Ministério das comunicações, e VSAT, do próprio Sipam, dos quais quatro serão em escolas indígenas.

Em maio do ano passado, a Danielle deu uma entrevista sobre esse projeto de inclusão digital do Sipam para a TVNBR, que você pode assistir no youtube, neste link: http://www.youtube.com/watch?v=34w7tyxktdo

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